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IFI destaca que tendência de redução do déficit está perdendo fôlego

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A Instituição Fiscal Independente do Senado (IFI), em seu primeiro relatório de 2020, destacou que a influência dos fatores econômicos que têm mantido sob controle o crescimento da dívida pública pode estar perto de seu limite.

A IFI chegou a essa conclusão após fazer uma análise sobre dois elementos principais: a baixa taxa de juros e a redução progressiva do déficit primário.

Segundo o relatório, a Selic deve subir nos próximo anos, com as projeções mostrando sucessivas elevações até 2022. Já a tendência de redução do déficit primário, segundo os analistas, é um processo que pode estar perdendo o fôlego, já que receitas pontuais, como o  megaleilão do pré-sal, podem não existir todo ano.

Para resolver estes problemas, então, os analistas defendem a importância de mais reformas estruturais nos gastos do governo.

“À parte esses movimentos conjunturais da taxa de juros, os quais podem ser considerados normais, o desafio será garantir as condições estruturais que possam manter a taxa de juros em nível baixo de forma duradoura. Esse objetivo passa necessariamente pelo equilíbrio sustentável das contas públicas.”

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