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Juros bolsonaristas

BC parece ignorar a inflação
Juros bolsonaristas
(Brasília - DF, 25703/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, durante coletiva de imprensa ao lado do Presidente do Banco Central Roberto Campos Neto, do Presidente da Caixa Pedro Guimarães e do Presidente do BNDES Gustavo Montezano. Foto: Marcos Corrêa/PR

Estagnação e inflação já estão combinadas, mas os diretores do Banco Central parecem ignorá-las”, diz o Estadão, em editorial.

“Menosprezar o efeito do dólar sobre os preços pode ser uma deferência ao Executivo e especialmente ao presidente Jair Bolsonaro, a mais importante fonte de insegurança no mercado e de afastamento de investidores (…).

Como resposta à inflação em alta (apesar dos choques ‘temporários’), o Copom decidiu elevar os juros básicos de 2,75% para 3,50% ao ano. Além disso, um novo aumento de 0,75 ponto já está previsto para a próxima reunião, dentro de um mês e meio. Segundo a ata, essa é uma ‘normalização parcial’ dos juros, porque ainda é preciso manter algum estímulo à retomada. Para alguns analistas, a ‘normalização parcial’ pode ser insuficiente mesmo para conter ‘choques temporários’ de preços.”

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