ACESSE

Líder do PRB: "Se os militares ficarem de fora, a resistência será ainda maior"

Telegram

A equipe econômica do governo avalia que já há um consenso na Câmara sobre a necessidade de aprovação urgente da reforma da Previdência.

O líder do PRB, Jhonatan de Jesus, disse a O Antagonista que não é bem assim.

“Não tem consenso nenhum. Se retirarem categorias, como o governo quer, não existe esse consenso. Se os militares ficarem de fora, por exemplo, a resistência será ainda maior. Se for para votar uma reforma da previdência, absolutamente todos terão que dar sua contribuição.”

O deputado antecipou que se o texto apresentado à Câmara não contemplar os militares, a proposta não terá o apoio da bancada do partido.

“Estão vendendo a ideia de que vai ser algo fácil e não vai ser nada disso. Até porque acho que o [Jair] Bolsonaro não tem maioria na Câmara.”

Perguntamos se o parlamentar não acha que a reforma é um projeto para o país, e não do governo Bolsonaro. A resposta:

“Mas é o presidente que vai enviar a reforma, ora. No ano passado, não era a reforma do Temer? Então, agora vai ser a reforma do Bolsonaro.”

 

 

 

 

 

 

 

Leia também:

Líder do PR otimista com reforma da Previdência: “Vai ter oposição programática da esquerda, mas passa”

Líder do PSD diz que ‘não vai ser tão simples’ aprovar a reforma da Previdência

É A REFORMA DA PREVIDÊNCIA OU O COLAPSO. CONFIRA AGORA

Comentários

  • Geraldo -

    Os militares são realmente diferentes, não tem FGTS, não se aposentam, não pode recusar missões, não podem sequer ter dor de barriga. Além do mais estão achatados a muito tempo vide o soldo do

  • Questionadora -

    Sem corporativismo!!!!! Sacrifício é de TODOS!!!!!

  • DeveSer -

    Basta colocar 25/30 anos como militar e transferir para o funcionalismo publico por mais 10/15 anos inserindo na posição hierárquica funcional correspondente a data de sua incorporação as FFAA.

Ler 109 comentários