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Macron, o magnífico

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Como publicamos, Fernando Henrique Cardoso disse hoje na Bandeirantes que o Brasil corre “sério risco de eleger um Macron” (e “um Hitler”, e “um Trump”).

É compreensível o medo de FHC: o atual presidente francês varreu os velhos partidos do mapa e também as suas práticas fisiológicas.

Não temos um Macron, como dissemos, mas seria ótimo se tivéssemos.

Um exemplo: antes de ele assumir o poder, 49% dos investidores americanos na França acreditavam que a economia do país melhoraria nos próximos dois, três anos. Depois de Macron, esse número subiu para 72%.

Macron, até agora, é magnífico.

 

 

O FIM DOS AMIGOS DA ONÇA NO PLANALTO. LEIA AQUI

Comentários

  • Rogério -

    FHC, que os anjos digam amém! BOLSONARO 2018

  • Jrdantas -

    FHC , como os ptralhas é todas as raposas velhas da política brasileira , ainda não entenderam que Bolsonaro é apenas um representante do movimento popular que quer acabar com a democracia de representação indireta , querem os Militares comandando as leis a justiça e a segurança , querem referendo sobre temas polêmicos junto com eleições apenas para o executivo . Se não for Bolsonaro será outro contra o sistema corrupto e corporativista . Só vão entender quando acabar o primeiro turno e não tiver o segundo . O povão quer as cabeças dos cabeças da promiscuidade sistemática nos três poderes da República .

  • Interpretação -

    Provavelmente ele quis dizer: "Ou o Brasil elege um Hitler, um Trump, ou elege um Macron." No sentido de: "Em outubro, o Brasil pode fazer o certo, ou o errado."

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