Moody’s vê risco para reformas fiscais em eleições na AL

Relatório da Moody’s, agência americana de classificação de risco, diz que as próximas eleições presidenciais na América Latina apresentam riscos para as reformas fiscais e estruturais.

A Moody’s vê descontentamento com os governos atuais em razão de acusações de corrupção e desempenho econômico fraco. Nesse cenário, surgem candidatos que se opõem às reformas fiscais no Brasil, na Colômbia e no México.

“Mesmo se o compromisso com as reformas for mantido, a implementação delas pode ser dificultada pela falta de apoio político”, afirma o relatório.

 

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  1. Bolsas do mundo inteiro em suas máximas históricas + alavancagem dos principais bancos centrais em níveis superiores aos pré crise.
    Uma coisa é certa a paulada vai ser BIG.

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  1. Bolsas do mundo inteiro em suas máximas históricas + alavancagem dos principais bancos centrais em níveis superiores aos pré crise.
    Uma coisa é certa a paulada vai ser BIG.

  2. Por isso, e somente por isso, 5% da população brasileira detém o capital igual aos dos outros 95%. E, depois o PT e Temer falam em igualdade para a população. Eles fazem parte desses 5%, sem dúvida nenhuma!

  3. A camisa de força imposta sobre os desembolsos federais já provoca consideráveis embaraços administrativos e tensões políticas –que tendem a acirrar-se.
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    Na ausência de reforma, o crescimento contínuo dos encargos da Previdência Social vai tomando o espaço orçamentário das demais áreas. Caíram no ano passado os dispêndios não obrigatórios em saúde e educação e, em especial, as obras de infraestrutura.
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    As corporações estatais mostraram poder político para elevar salários e gastos com pessoal. Nos próximos anos brigarão ferozmente, não resta dúvida, para se manterem a salvo dos limites da despesa.

  4. Mesmo sabendo que as reformas são necessárias, o Congresso se recusa a fazê-las porque estão ganhando muito dinheiro com o status quo.
    E se um dia o país quebrar, será problema do governante da época.
    O deles já está garantido após décadas de roubo.