Não há saída

O esfacelamento do Brasil a que se refere Fernando Henrique Cardoso ocorre na esfera política e criminal.

Ocorre também na economia.

O principal analista da Fitch, ontem, disse claramente que o país será rebaixado para o grau especulativo. A dúvida é se o rebaixamento será oficializado nas primeiras semanas de 2016 ou nos próximos dias, enquanto Dilma Rousseff estiver flanando por Paris e Tóquio.

O Tesouro Nacional divulgou que as contas públicas, em outubro, tiveram o pior resultado da história.

O ano que vem será igual. Diz o Valor:

“Mesmo com receitas extras para compensar a exclusão da CPMF, ainda há um rombo de aproximadamente R$ 30 bilhões no Orçamento do próximo ano. O cálculo de consultores do Congresso indica que nem se aliados do Palácio do Planalto conseguirem reincluir a CPMF – estimada em R$ 24 bilhões – na programação orçamentária será suficiente para o governo alcançar a meta fiscal de 2016, estabelecida em R$ 34,4 bilhões”.