O desastre de Dilma e o impeachment

O recuo de 1,9% do PIB no segundo trimestre foi considerado um “desastre” por interlocutores de Dilma Rousseff, segundo o Estadão.

Um auxiliar direto da presidente, que não quis ser identificado (Aloizio Mercadante?), disse que “a combinação de popularidade no ‘volume morto’ e queda acentuada do PIB torna mais difícil a ‘equação’ para o governo, que se vê confrontado com ameaça de impeachment, ‘caos político’ na relação com o Congresso e desgaste com a adoção de uma série de medidas impopulares”.

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