O ministro da Fazenda lava as mãos

Nelson Barbosa já se prepara para abandonar a meta fiscal. E estamos apenas em 22 de janeiro.

Segundo o Estadão, ele disse hoje, em Davos, “que a meta de superávit primário de 2016, de 0,5% do PIB, foi uma proposta do Executivo aprovada pelo Legislativo – e que seu cumprimento, portanto, pressupõe que o Congresso colabore.

Referiu-se especificamente às duas emendas constitucionais, da CPMF e da DRU”.

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