O que fazer com Graça, e a condição mínima para aceitarem o abacaxi da Petrobras

Se Dilma Rousseff deixará para março a demissão de Graça Foster, como publica Lauro Jardim, então a nova especialidade da presidente ex-guerrilheira de esquerda é manter mortos-vivos em cargos importantes — como o ex-ministro Guido Mantega, demitido na campanha eleitoral e mantido na Fazenda por mais dois meses.
Só com anúncio de que Graça Foster vai sair — e ela vai –, as ações da Petrobras subiram 15%. Por que não tirá-la logo?
Porque é preciso saber o que fazer com ela (veja o post sobre a necessidade de calá-la e blindá-la) e porque, não menos importante, falta encontrar alguém respeitável disposto a aceitar o cargo, um dos mais almejados do país antes do Petrolão.
A condição mínima para o abacaxi da Petrobras ser descascado é a existência de um balanço auditado com independência, o que significa principalmente dimensionar o rombo na empresa causado pelo propinoduto construído pelo  PT, PMDB e PP debaixo das nossas fuças. A cifra, senhoras e senhores, terá de ser considerável o suficiente, não importa o tamanho da fúria de Dilma Rousseff.

Difícil de descascar e não é doce, não

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