OCDE: “A Previdência é um importante pilar da proteção social”

Em seu relatório “Active with Brazil”, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) defendeu a aprovação da reforma da Previdência, que subiu de vez no telhado com a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

“A Previdência é um importante pilar da proteção social e desempenhou um papel particularmente importante na luta contra a pobreza de idosos no Brasil (…), mas os benefícios sociais são altos e podem tornar-se insustentáveis sem reformas cruciais de modernização.”

A entidade disse, ainda, que “tem estado intimamente envolvida com as autoridades brasileiras que prestam apoio aos esforços do governo em projetar uma reforma para aumentar a eficiência e a sustentabilidade do sistema previdenciário do Brasil”.

Temas relacionados:

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;
Tempo de publicação: 4 minutos

200

  1. Intimamente significa ser papagaio…

    Fosse alguém de respeito diria como as agências de risco:
    Administre melhor,
    ou te rebaixamos a nota (te declaramos incompetente).

    Ninguém vai tentar administrar com honestidade o dinheiro do povo?
    Bolsonaro vai, com certeza. E Mourão vai ajudar.

Ler mais 23 comentários
  1. Intimamente significa ser papagaio…

    Fosse alguém de respeito diria como as agências de risco:
    Administre melhor,
    ou te rebaixamos a nota (te declaramos incompetente).

    Ninguém vai tentar administrar com honestidade o dinheiro do povo?
    Bolsonaro vai, com certeza. E Mourão vai ajudar.

  2. O relatório sugere UMA reforma da previdência, sem fazer qualquer referência a ESSA reforma que estava sendo proposta pelo Executivo. Uma reforma que reduza os VERDADEIROS privilégios reduziria isenções, como por exemplo para instituições religiosas, estabeleceria medidas duras para tratar os devedores (especialmente aqueles que mantêm dívidas milionárias) e não permitiria a transferência de recursos para outras despesas correntes do governo. Só pra começar…

  3. Depois que “subiu no telhado”, agora, todos “apoiam a reforma da Previdência!
    Antes, junto com a mídia, “soltaram os cachorros” para cima do Temer para dificultar a tramitação no Congresso! Agora, que “Inês é morta”…….

  4. Organismos internacionais metem o bedelho a toda hora nos assuntos brasileiros como se a administração dos nossos políticos fosse exemplar para o mundo. Pode inventar, criar o que for para arrecadar mais dinheiro para a previdência que o rombo não vai parar. Se não administrarem com mão de ferro e cobrarem as multas bilionárias que não são pagas , não tem saída. Se não me engano, muitos partidos políticos estão devedores, por isso o interesse de passar essa conta para o trabalhador.

  5. Houvesse um dicionário da vida real da gestão pública, ele definiria “Previdência de servidores” como um sistema tão fabuloso que entrega a colheita sempre maior que o plantio. Têm agido assim as gestões da Prefeitura de São Paulo.
    .
    Afirmo isso porque sou relator da reforma desse regime, que deverá ser votada em breve na Câmara Municipal. Não há mais como adiá-la. Precisamos resolver a sangria que ameaça os direitos não só de 220 mil servidores da cidade mas também de seus 12 milhões de habitantes.
    .
    A coragem exigida para tal empreitada é imensa. Agir agora é doloroso porque antes se fingiu que o distúrbio não existia —há quem ainda insista que não existe. E doerá ainda mais a todos se, com a farta lição deixada pela demagogia, renunciarmos a corrigir o problema por comodismo eleitoral.

  6. Concordo com a OCDE. De fato a Previdência é o mais importante pilar da proteção social. Por isso, a reforma deveria começar com a extinção de toda e qualquer renúncia de receita feita. Acabar com a desonerações, a redução de alíquotas para apaniguados etc. é essencial para o equilíbrio financeiro da previdência e das contas públicas. Depois disso, se ainda for necessário, aí sim deve-se mexer nos direitos da população.

  7. O brasileiro, e nisso incluo até algumas cabeças supostamente iluminadas, opina sem saber…confia na “orelhada”. O desequilíbrio existe pois desde 2003, quando foi feita a primeira reforma da previdência pública, servidores que ingressaram após a promulgação da emenda constitucional passaram a recolher pelo teto da previdência, enquanto os funcionários que ingressaram antes dessa data, por terem recolhido muito mais (11% sobre o TOTAL dos vencimentos), continuaram se aposentando pelo teto, mas com regras endurecidas. A iniciativa privada aplaudiu, mas dessa forma criou-se um desequilíbrio. Segue a matéria para quem quiser se informar. https://www.terra.com.br/economia/reforma-da-previdencia-e-a-primeira-grande-vitoria-de-lula,caf9bb6b4572d3bc5d8bb41926e163fflr91owco.html

  8. O senador Lasier Martins (PSD-RS) apresentou na terça-feira (20) projeto que obriga os partidos políticos a quitarem as suas dívidas com o INSS ou com a Fazenda Nacional, sob pena de não poderem acessar recursos dos fundos partidário e eleitoral.
    .
    O maior atingido pela proposta é o PT, que concentra 63% dos débitos das legendas com o INSS: R$ 8,1 milhões de um total de R$ 13 milhões. O partido lidera a lista dos devedores por causa do diretório gaúcho, que tem um débito de R$ 7,1 milhões.

  9. Campanha de relator da reforma da previdência recebeu doações dos bancos Bradesco, Itaú, Banco Safra e Santander
    https://www.oantagonista.com/brasil/marina-nao-estou-sozinha/mpresa de previdência

    https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/02/09/relator-da-reforma-recebeu-r-300-mil-de-empresa-de-previdencia-privada.htm

  10. Não reformem a previdência não!! O estado dando um calote na dívida pública seria o sonho para nós ancaps hahaha. Seria lindo ver a funçada toda sem salário, sem aposentadoria hahaha.

  11. Ministros com patrimônio milionário recebem auxílio-moradia e vale-refeição
    Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, recebe R$ 7.337 de auxílio-moradia e R$ 458 de vale-refeição todo mês
    http://www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/ministros-com-patrimonio-milionario-recebem-auxilio-moradia-e-vale-refeicao-9fso2o3cljt27s2wo5lzwib9m
    Além disso, temos que pagar os impostos do sonegadores, dentre eles muitas multinacionais
    http://fundacaoanfip.org.br/site/2016/06/conheca-a-lista-dos-maiores-sonegadores-de-impostos-do-brasil/

  12. Na média geral, uma aposentadoria do setor público é equivalente à aposentadoria de 13 participantes do setor privado. O gráfico abaixo mostra a generosidade insustentável do nosso sistema previdenciário. Em 2050, teremos dois trabalhadores para sustentar um aposentado. Lá vamos lembrar de Temer, pois a demografia não perdoa.

  13. A Previdência é um gigantesco esquema Ponzi imposto pelo Estado aos seus servos!…e a promoção social (não a proteção) independe do pagamento de aposentadorias através de uma pirâmide financeira!

  14. Mesmo a oposição reconhece a necessidade de rever as regras atuais da Previdência, repletas de distorções e privilégios, diante do inevitável envelhecimento da população nas próximas décadas. Por que é tão difícil a sociedade brasileira chegar a um acordo sobre um assunto tão essencial ao futuro?
    .
    A resposta exige compreender um enigma estudado há séculos: os problemas de ação coletiva. As ideias centrais foram formuladas em 1965 pelo economista Mancur Olson em A lógica da ação coletiva. Olson descobriu um paradoxo, uma espécie de “falha de hardware” do regime democrático: “Grupos menores derrotam com frequência grupos maiores, que deveriam prevalecer na democracia, porque os primeiros são organizados e ativos, e os segundos normalmente não são”.

  15. O poder desproporcional de lobistas e grupos de pressão deriva, na verdade, não necessariamente de recursos financeiros, mas sobretudo de representarem poucos atores.
    .
    Só que a sociedade não se restringe a grupos pequenos. Para deter a reforma da Previdência, atuaram também grupos maiores, que Olson classifica como “intermediários”, dependentes de incentivos ou coerção para sobreviver.
    .
    É o caso da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), que conquistou espaço ao disseminar a falácia de que não existia déficit previdenciário – e, portanto, que a reforma não seria necessária. Tais ideias embasaram o relatório estapafúrdio do relator da CPI da Previdência, senador Hélio José, e reverberam até hoje nas redes sociais.

  16. MAIS UMA VEZ, PODEMOS NOTAR QUE REALMENTE ESSA REFORMA DA PREVIDÊNCIA PODE ATÉ SE FAZER NECESSÁRIA, EM RAZÃO DAS ALTAS APOSENTADORIAS DE SERVIDORES PÚBLICOS, TOTALMENTE ALHEIO AOS VALORES PAGOS A INICIATIVA PRIVADA.
    ISSO PRECISA SER CORRIGIDO URGENTEMENTE.
    MAS, VEMOS QUE EXISTE UMA IMPOSIÇÃO EXTERNA PARA ESSA REFORMA