Outra vez Levy “foi, mas não foi e acabou fondo”

Joaquim Levy, o ministro-júnior da Fazenda, é “aquele que foi, mas não foi e acabou fondo”. Depois de dizer a empresários, em São Paulo, que “não há intenção de manter o câmbio valorizado artificialmente”, ocorreu o lógico: o dólar disparou, chegando a quase a 2,70 reais. E o que aconteceu em seguida? O ilógico, para variar. A assessoria de Levy  correu para remendar, divulgando que “o ministro estava falando sobre o câmbio NO MUNDO”.

Agora o ministro-júnior da Fazenda do Brasil é quem dá as cartas na política cambial dos Estados Unidos, da União Europeia, da China, do Japão…

O custo Levy também é incalculável.

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