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Pacto federativo compensará desidratação da reforma, diz secretário

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O secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse hoje que a desidratação da reforma da Previdência no Senado será compensada na rediscussão do pacto federativo.

“O exercício é direto. Uma despesa primária que seria reduzida em R$ 1 bilhão tem impacto com relação a uma receita primária que seria transferida e não será mais [aos estados e municípios no pacto federativo]”, afirmou o secretário ao G1.

“A versão da reforma da Previdência aprovada na Câmara guarda uma importância maior porque ela, primeiro, traz um valor próximo de R$ 1 trilhão, que é a potência fiscal que trabalhamos desde o início, que foi defendida extensivamente pelo ministro Paulo Guedes”, prosseguiu Waldery.

Inicialmente, a equipe econômica estimava um aumento de R$ 500 bilhões em dez anos nas transferências de recursos aos estados e municípios com as mudanças no pacto federativo. Essa cifra pode ser reduzida em até R$ 130 bilhões, segundo o secretário.

Mais cedo, como registramos aqui, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, admitiu que a equipe econômica esperava uma economia maior nos próximos dez anos gerada pela reforma da Previdência, mas disse que o resultado deve ser comemorado.

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Comentários

  • Marga -

    Enquanto isso, continuamos em voo de galinha

  • Bento -

    CONGRESSO e STF são o abrigo preferencial da incompetência que destrói o país. Inveja do presidente Martín Vizcarra, ele deveria estar em Brasília.

  • Má. -

    Bandidada tem seu refúgio predileto. A droga do stfzinho

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