Presidente da Petrobras ‘se apresenta’ em Brasília

Ivan Monteiro, o novo presidente da Petrobras, encontrou-se hoje com Eunício Oliveira e mais tarde vai se reunir com Rodrigo Maia, registra o G1.

Ele também tem encontros previstos com membros do TCU, do TST e do STJ.

A intenção do presidente da Petrobras –que assumiu a estatal em 1º de junho, com a renúncia de Pedro Parente– é “se apresentar” para as autoridades federais.

Após o encontro com Eunício, Monteiro disse apoiar a consulta pública da ANP para discutir a periodicidade do repasse de reajustes nos preços dos combustíveis.

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  1. Péssimo. Presidente de estatal tem que cuidar da empresa e não fazer visita a políticos que bem sabemos que interesse tem na estatal. Sabemos onde essa prevaricação termina.

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  1. Péssimo. Presidente de estatal tem que cuidar da empresa e não fazer visita a políticos que bem sabemos que interesse tem na estatal. Sabemos onde essa prevaricação termina.

  2. Não pode fazer isso.
    O Parente (não sei de quem) é um grande “gestor”, pelo menos segundo a nossa douta direita.
    Vi muitos Boçalnáticos aqui defendendo o Parente (nepotismo?) durante a greve dos caminhoneiros.

  3. Foi para receber a confirmação dos nomes dos seus “representantes oficiais” (no popular; paus mandados) alem dos ajustes dos comi$$ionamentos em curso dentro da Petrobrás para que não haja conflito de intere$$e$, nem qualquer tipo de mal entendido. Afinal ainda são 7 meses de coleta. Ou será que alguém acredita que o Pedro Parente acabou com a “mamata”.

  4. As visitas do Ivan da agenda de hoje no parlamento é sombria. Seria ainda pior se fosse encontrar com o Vampiro à noite na granja do Torto, onde, certamente receberia aconselhamentos incompatíveis com a moral e bons costumes.Tem que manter isso viu? Ivan respondeu: manter o que? Temer: a politica de realinhamento dos combustíveis, mas quero os mesmos 3% do Paulo Roberto Costa e Renato Duque.

  5. Nem bem começou a pôr em prática o pacote de concessões costurado para aplacar a revolta dos caminhoneiros, o governo começa a sentir que sua emenda saiu pior que o soneto. Ao longo da semana, o principal alvo de críticas foi a fixação de preços mínimos para o frete de mercadorias, com valores que chegam ao dobro dos que vinham sendo praticados no mercado quando vigorava a livre negociação do setor privado.
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    Empresários do agronegócio e da indústria dizem que o tabelamento, além de ilegal, vai encarecer toda a cadeia produtiva. Ao ceder ao pleito dos caminhoneiros de criar uma tabela com preços mínimos para o frete, Temer criou um novo foco de crise e chancelou uma aberração que afronta os princípios básicos de uma economia de mercado.

  6. A questão central na origem da cri­se, a política de preços para os combustíveis, nem sequer está resolvida. O governo prometeu uma redução de pelo menos 46 centavos no preço do diesel na bomba em relação ao que era cobrado antes do paradão. As distribuidoras dizem que terão dificuldade para chegar ao desconto previsto.
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    Enquanto refaz as contas, o governo se lança em uma inusitada campanha populista. Ameaça distribuidoras e postos com multas e pede a ajuda da população para a fiscalização, como numa emulação dos tristes tempos dos “fiscais do Sarney”. Uma vez que não há a menor condição de averiguar o preço de cada um deles, restará ao governo punir meia dúzia para tentar passar o recado e preservar a pouca autoridade que ainda lhe resta.

  7. Cadê a greve. A FUP reuniu de manhã, e até agora não sabe se vai ter greve. Os covardes preguiçosos desonestos, que não defenderam a empresa quando estava sendo roubada e espoliada, agora querem defendê-la? Quem vai defender a PETROBRÁS deles mesmos, ladrões que estão la dentro?