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Pressionado, Guedes marca encontro com empresários do setor de serviços para defender reforma tributária

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Em um esforço para conseguir apoio à reforma tributária, Paulo Guedes marcou para esta tarde uma videoconferência com representantes de 24 associações do setor de serviços e consumo.

O setor é um dos mais afetados pela proposta apresentada ontem pelo governo. Ao unificar o PIS e o Cofins em um único imposto, chamado de Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota de 12%, aumenta-se a carga tributária para as empresas do ramo.

A maior parte das empresas do setor paga, atualmente, alíquota de 3,65% de PIS/Cofins, por meio de um regime de tributação cumulativo. A aprovação da reforma pode representar um aumento de mais de três vezes da carga tributária.

Com a proposta apresentada, somada à crise que o setor vive em razão da pandemia, empresários do ramo estão cobrando explicações da equipe econômica.

Para “acalmar os ânimos”, como disse um auxiliar de Guedes a O Antagonista, o ministro convocou 31 secretários e assessores para participar da reunião.

 

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