Privatização da Infraero: vai ou não?

O Globo noticia que o governo bateu o martelo sobre o futuro da Infraero e planeja privatizar toda a empresa.

Funcionários da estatal pré-falimentar, porém, ainda não acreditam: dizem que se trata de “matéria requentada” e que o governo não terá força alguma para tocar a privatização.

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  1. Eu gostaria de saber quem vai manter funcionando aeroportos na grande maioria das cidades, espalhadas por este imenso país, com toda a infraestrutura de segurança necessária para seus funcionamentos, maioria de aeroportos estes onde a arrecadação de seus serviços não comportam os seus gatos necessários. Qual empresa privada poderá assumi-los, com este desequilíbrio entre despesa e receita, que só a Infraero, por controlar todos os aeroportos, pode fazê-lo com a utilização de receitas advindas dos grandes aeroportos que dão lucro?
    Quando o governo tira da Infraero seus aeroportos maiores e lucrativos, que ajudam a manter funcionando os outros, maioria, não lucrativos, porém necessários, está condenando a Infraero a depender da ajuda constante dos cofres do governo. Essa é a realidade.

  2. Pq privatizar o que foi construido pela estatal? Se empresas estrangeiras querem aeroportos, que construam o seu e disputem o mercado de forma justa. Comprar aeroportos com dinheiro emprestado do BNDES e devolver eles fálidos (como viracopos) fica muito fácil. Só lembrando que a Infraero sempre foi superavitária, até o dia em que o governo Dilma resolveu “ceder” os aeroportos.

  3. Aeroporto Salgado Filho bota abaixo terminal inconcluso de R$ 36 milhões, bancado com dinheiro público
    O jornalista Cadu Caldas, escreveu no Informe Especial de Zero Hora:

    – O terminal não acabado do Salgado Filho custou R$ 36 milhões aos contribuintes e agora está sendo demolido para dar lugar a uma nova obra, desta vez bancada pela iniciativa privada, a alemã Fraport, nova administradora do aeroporto.

    Só 19,19% do empreendimento foi concluído desde que as obras começaram, janeiro de 2016.

    E ?
    às 4/10/2018 10:30:00 AM
    (polibiobraga.com.br)

  4. Michel Temer soltou o freio dos gastos e das concessões financeiras para aliados.
    .
    No momento em que busca apoio político para tentar viabilizar um candidato que represente seu governo, o presidente tem atuado em várias frentes: fecha os olhos para medidas que elevam despesas, não avança no Congresso com projetos que melhorariam a arrecadação e ainda age pela retomada de empréstimos suspensos da Caixa, o que levará à ampliação de despesas de estados e municípios já endividados.
    .
    O governo também afrouxou a defesa de medidas do pacote de ajuste fiscal, o que já criou controvérsias com a equipe econômica. Considerando o que vai sair a mais e o que não vai entrar no caixa público como um todo, as manobras envolvem mais de R$ 50 bilhões.