Quem mexeu no meu fundo?

A CBIC, que representa as incorporadoras e construtoras, é contra a liberação de parte do FGTS. A entidade teme que isso comprometa os recursos aplicados na construção.

Veja a nota divulgada à imprensa:

“A indústria da construção recebe com preocupação o anúncio de que será liberada a totalidades dos saldos das contas inativas do FGTS. Entendemos o momento econômico e a necessidade de estimulá-lo, mas somos contrários à liberação indiscriminada dos saldos. Hoje, 4,5% das contas – as de maior valor – representam 45% do saldo, enquanto 80% – as de menor valor – representam somente 8%. Ou seja, poucas contas concentram o grande volume de recursos. Entendemos que se houvesse um limite na liberação dos saldos, poderíamos com o mesmo volume de recursos atender mais pessoas”.