Salvem as “reformas necessárias”!

Samuel Pessôa, da FGV, ao Estadão:

“É difícil prever com certeza as implicações da crise política no futuro das reformas econômicas, mas, se essas propostas não andarem, vai ser trágico para o Brasil. Nessa hipótese, o risco país subirá e afetará o câmbio. Vamos ter um choque inflacionário, e a política de juros será comprometida. Sem mexer nos juros, não dá para sair da crise.”

A próxima reunião do Copom será nesta semana: na quarta-feira, o Banco Central divulgará nova redução da Selic ou a manutenção dela em 14% ao ano.