Solução temerária (2)

Meirelles justificou assim, a possibilidade de permitir que os Estados voltem a buscar empréstimos por si mesmos, em troca de títulos de dívida:

“O que não podemos é, na ânsia de ajudar os Estados, prejudicar o ajuste fiscal federal, voltarmos ao problema que encontramos e prejudicar a situação para todos.”

No curto prazo, é verdade. No longo prazo, a experiência brasileira mostra que os Estados se endividam tanto que, em certo momento, a União acaba bancando a brincadeira.

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