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Vazando pelo ralo

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A queda de popularidade de Jair Bolsonaro pode atrapalhar a reforma previdenciária, diz Luis Eduardo Assis, que foi diretor do BC.

Ele sugere uma agenda de medidas de emergência para melhorar o emprego e a renda, a fim de comprar tempo:

“Existe uma clara incompatibilidade entre a inépcia com que se arrasta a negociação política para aprovação da PEC da Previdência e a rapidez da deterioração das condições econômicas. A agenda econômica do governo é maximalista. Não peca por falta de ambição e prevê reconstruir o País para que tenhamos décadas de crescimento sustentado. Ignora, no entanto, que o capital político para sustentar tamanha transformação está vazando pelo ralo.”

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