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MP do Trabalho pede ratificação de medida cautelar contra Caboclo

Ele foi suspenso da presidência da CBF até março de 2023 por assédio sexual e moral e está proibido de circular nas dependências da entidade
MP do Trabalho pede ratificação de medida cautelar contra Caboclo
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ) solicitou que a Justiça do Trabalho ratifique a medida cautelar que proíbe o presidente da afastado da CBF por assédio sexual e moral, Rogério Caboclo, de circular nas dependências da entidade.

No dia 6 de setembro, a juíza Aline Maria Leporaci Lopes já havia determinado, em caráter liminar, que Caboclo não se aproximasse do prédio da confederação e de locais como a Granja Comary, em Teresópolis, até setembro de 2022.

Na ação civil pública ajuizada nesta semana, os procuradores pedem que o período seja estendido de 12 para 21 meses, mesmo prazo da punição estabelecida pela Comissão de Ética do futebol da entidade ontem e ratificada em assembleia geral.

O MPT-RJ também solicita que a CBF elabore, em 30 dias, a partir da decisão judicial, um programa de prevenção e combate ao assédio moral e sexual no ambiente de trabalho.

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