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Processo contra presidente afastado da CBF inclui mais 2 funcionárias

Acusado de assédio sexual por uma secretária, Rogério Caboclo foi punido pelo Conselho de Ética da confederação com 30 dias de afastamento; ele nega as acusações
Processo contra presidente afastado da CBF inclui mais 2 funcionárias
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A denúncia de assédio sexual e moral contra Rogério Caboclo, o presidente afastado da CBF, ganhou um adendo. Os nomes de duas outras funcionárias da confederação foram acrescentados ao processo como possíveis vítimas.

A informação foi publicada pelo UOL e confirmada pelo Globo Esporte. Segundo a reportagem da Globo, as funcionárias ainda não foram ouvidas, e esse adendo não significa que também vão denunciar o dirigente.

Os nomes de ambas foram incluídos na acusação da primeira funcionária que procurou a Comissão de Ética da CBF —colegiado que não apura acusações de crime, mas de violação ao Código de Ética da entidade. O caso corre em sigilo.

Caboclo, que foi afastado do cargo no dia 6 —por um período de 30 dias— em razão das denúncias, nega as acusações. Nesse período, a CBF está sendo presidida pelo coronel Antonio Carlos Nunes, o vice mais velho.

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