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As frases da semana em que o genro de Silvio Santos ganhou um ministério novinho

As frases da semana em que o genro de Silvio Santos ganhou um ministério novinho
Foto: Reprodução/Facebook

As frases que marcaram a semana de 6 a 12 de junho de 2020.

– Portas da Esperança

“Não é um profissional do setor, mas tem conhecimento. Até pela vida que ele tem, né, junto aí à família do Silvio Santos. ”

Jair Bolsonaro, no fim da noite de quarta (10), partidário da ideia de que conhecimento se transmite por osmose.

“É uma boa escolha. O Fábio é um deputado que tem uma boa relação na Câmara, um cara tranquilo, um cara que prioriza o diálogo, então eu acho que é uma boa escolha.”

Rodrigo Maia, sereno e tranquilo, ignorando completamente a necessidade de se criar um novo ministério, na quinta (11), à GloboNews.

“Não tá aqui a Globo aqui. Saudades da Globo aqui.”

Jair Bolsonaro, na manhã de terça (9), ao notar a ausência do microfone da Globo na saída do Alvorada.

“Um ministério recriado não para melhorar a prestação de serviço para o cidadão, mas para acomodar interesses fisiológicos.”

Senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), a O Antagonista, na quinta (11).

“O fato de o Fábio ser genro do Silvio Santos não o impede de assumir o ministério. Ele não é dono do SBT. ”

Gilberto Kassab, que já foi vice de Serra e ministro de Dilma e Temer, na quinta (11), à CNN Brasil.

“O presidente Bolsonaro descobriu que não é possível governar como se sonha.”

John Lennon, ops, deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ), na quinta (11), a O Antagonista.

“Não é hora de pensar em impeachment.”

Rodrigo Maia, numa relax, na quarta (10), à Rádio Gaúcha.

– Mas no Rio...

“Eu orientei o meu partido a votar ‘sim'."

Wilson Witzel, na quinta (11), sobre seu pedido de impeachment, aceito no dia anterior pelo presidente da Alerj, André Ceciliano (PT).

“(...) a situação se revela tão alarmante, com a existência de corrupção em pleno período de pandemia, crime que poderia ser considerado como hediondo (...) que outra alternativa [sic] não resta além de pedirem a esta Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que autorize que o Governador Wilson José Witzel seja processado (...)”

Pedido de impeachment assinado pelos deputados estaduais Luiz Paulo e Lucinha, ambos do PSDB, aceito pelo presidente.

– Pará o quê?

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