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As frases da semana em que o MP denunciou Geraldo Alckmin

As frases que marcaram a semana de 18 a 24 julho de 2020.

– Amargo pra chuchu

“Os recursos não foram registrados nas prestações de contas do candidato (falsidade ideológica), que solicitou e recebeu vantagem indevida (corrupção passiva), pagas pelo setor de operações estruturadas da Odebrecht, a partir do emprego de métodos ilícitos como uso de ‘doleiros’, com o fim de ocultar a origem dos valores e dificultar a possibilidade de seu rastreio (lavagem de dinheiro).”

Ministério Público de São Paulo, na quinta (23), resumindo a denúncia contra o ex-governador e duas vezes candidato à Presidência.

“Acreditamos na Justiça e temos convicção de que, ao final do processo, os fatos serão devidamente esclarecidos.”

Diretório do PSDB no estado de São Paulo, em nota, também na quinta (23).

“Ele mesmo pediu, para que possa se focar na sua defesa, para se afastar da campanha.”

Bruno Covas, na quinta (23), anunciando que Alckmin deixou sua campanha à Prefeitura.

– Querer não é poder

“Não tem que ter limites na internet. Se alguém se sentir prejudicado, entra na Justiça.”

Jair Bolsonaro, no sábado (18), criticando o projeto de lei das 'fake news'.

“Não pode é derrubar a conta. É uma afronta à liberdade de expressão. Um absurdo completo.”

Luciano Hang, na sexta (24), após as contas dele e de outros bolsonaristas nas redes sociais serem derrubadas por ordem de Alexandre de Moraes.

– Base? Que base?

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