ENTREVISTA: Bruno Covas defende aliança com MDB para reeleição e diz que São Paulo apresenta "melhor situação fiscal" da história

Em entrevista ontem a Claudio Dantas, no Gabinete de Crise, o prefeito Bruno Covas rebateu as críticas de que não cumpriu as metas do primeiro mandato, defendeu sua reeleição e comentou a aliança com o MDB, de vice na chapa, e o apoio de mais 10 partidos.

“O Ricardo Nunes representa essa aliança. A escolha dele se deu pelo trabalho que fez na Câmara Municipal, de busca de recursos com aqueles grandes devedores da Prefeitura de São Paulo. Tem um trabalho muito forte na região periférica da cidade.”

Questionado sobre a nomeação de um petista para a Secretaria de Habitação e de um réu da Lava Jato no comando de um hospital, Covas alegou que não sabia da filiação partidária de Carlos Tomé Jr

“Tomé é um técnico. Nem sabia que era filiado ao PT. Ele já se desfiliou e não tem nenhuma indicação partidária para estar à frente da Secretaria. O Vaccarezza é técnico concursado da Prefeitura, ocupa cargo específico que só pode ser ocupado por concursados. Não o levei para lá. O partido dele nem me apoia, apoia a eleição do Márcio Franca. O importante é a pessoa ter compromisso com o programa de governo, não ter sido condenada na Justiça, exercer bem e entregar à população.”

Em defesa de um segundo mandato, Covas diz que São Paulo apresenta “a melhor situação fiscal que o município já teve” e que lançará um programa de “qualificação profissional e desburocratização” para gerar emprego e renda, após a pandemia da Covid-19.

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