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O Comentarista: Pimentel e o desembargador

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A Polícia Federal atribui ao desembargador Nelson Missias de Morais crimes de corrupção, tráfico de influência e exploração de prestígio, por suposto favorecimento ao ex-governador Fernando Pimentel (PT-MG) e seus aliados. A Folha teve acesso a transcrições de interceptações telefônicas da investigação. Segundo fonte do jornal, o inquérito tramita em sigilo no STJ.

Hoje, Missias é presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG). Tomou posse em junho de 2018.

O desembargador Nelson Missias é o atual presidente do TJ-MG.
Na quinta (2), o corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, enviou ofício a Missias para que ele preste esclarecimentos sobre a reportagem da Folha. Ao Bom Dia Minas, da TV Globo, Missias contou já ter respondido ao pedido.

O governo Pimentel (2015-2018) constantemente dizia que faltava dinheiro. Em novembro de 2016, o governador decretou calamidade financeira em Minas.

Ainda em 2015, Pimentel sancionou uma lei estadual que autorizava o governo a utilizar dinheiro de parte dos depósitos judiciais no custeio da previdência social e no pagamento de precatórios, entre outras despesas. O governador chegou a pedir a prisão de gerentes do Banco do Brasil que se recusaram a liberar o dinheiro. Segundo a OAB-MG, apenas em 2015 o estado sacou R$ 4,5 bilhões em cumprimento a esse dispositivo.

O Comentarista recapitula o imbróglio a respeito dos depósitos judiciais para que o leitor possa entender melhor o caso.

O texto completo está AQUI, somente para assinantes de O Antagonista+.

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Comentários

  • Jabuticaba -

    Em SP isso deve estar ocorrendo tambem pois a sucata do judiciario paulista senta em cima dos depositos e nao libera.

  • VergonhaSTF -

    Mas a pilantragem vai pra casa com um Big salários.

  • José -

    Missias o trampa, mais um trampa kkkkkk

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