A extradição do separatista

A Justiça alemã decidiu hoje extraditar o ex-presidente catalão Carles Puigdemont à Espanha, onde ele é esperado para responder a acusações de rebelião por ter organizado um plebiscito separatista — considerado ilegal — em outubro de 2017, registra a Folha.

“É uma importante vitória para o governo espanhol, que há meses vinha pressionando as autoridades alemãs para entregar-lhe Puigdemont. Mas a notícia vem bem salgada: a Justiça regional de Schleswig-Holstein, onde o catalão está detido, não concordou com que ele tenha de fato cometido um crime de rebelião na Espanha. A extradição será realizada só pelo delito menos grave de apropriação indevida de fundos, do qual o político também é acusado por Madri.

Com isso, segundo as regras da extradição dentro da União Europeia, a Espanha deve se limitar a julgar Puidgemont apenas pela apropriação de fundos, que tem pena máxima de 12 anos de cadeia. Se fosse julgado por rebelião, poderia passar 30 anos preso.”

Puigdemont é preso

 

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Tempo de publicação: 4 minutos

  1. Estou vendo a TSE da Espanha TODOS os dias 7h30. É impressionante como TODOS OS JORNALISTAS E COMENTARISTAS E ESPECIALISTAS da Espanha são também COMUNISTAS desde crianças. As discussões sobre a INDEPENDÊNCIA DA CATALUNHA são vermelhas, apaixonadas, e os comunistas estão completamente LOUCOS…….

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  1. Estou vendo a TSE da Espanha TODOS os dias 7h30. É impressionante como TODOS OS JORNALISTAS E COMENTARISTAS E ESPECIALISTAS da Espanha são também COMUNISTAS desde crianças. As discussões sobre a INDEPENDÊNCIA DA CATALUNHA são vermelhas, apaixonadas, e os comunistas estão completamente LOUCOS…….

  2. Maldita esquerda internacional…
    não somente aqui no Brasil e na AL, seus milhares de agentes estão infiltrados em todas as instituições, públicas e privadas, em todos os lugares.. são poderosos, influentes, endinheirados e, por tais razões, se fazem muito perigosos…

  3. A regra que permite ao país requerido poder delimitar o crime pelo qual o extraditando deve responder no país requerente é comum no Direito Internacional e nos Tratados. Não é novidade do caso.