Agora é que são elas

Emmanuel Macron anunciou hoje seu projeto de modernização das leis trabalhistas na França. A ideia é implantá-lo por decreto e apresentá-lo ao conselho de ministros em 22 de setembro.

O governo do presidente quer flexibilizar o mercado de trabalho, com menos entraves para contratações e demissões, para reduzir o desemprego, hoje em dois dígitos. Soa familiar?

Lá como cá, quem mais reclama é a esquerda sindicalista, única beneficiária clara do código do trabalho –que, na França, é um calhamaço de cerca de 3.000 páginas.

Mas o risco de que a popularidade de Macron caia ainda mais é real.

 

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  1. Quem sabe um novo Plano Marshal — patrocinado pelos Estados Unidos naturalmente — e um dinheirinho da Alemanha torne os franceses mais viris corajosos e trabalhadores.

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    1. Quem sabe um novo Plano Marshal — patrocinado pelos Estados Unidos naturalmente — e um dinheirinho da Alemanha torne os franceses mais viris corajosos e trabalhadores.

    2. A França é o exemplo clássico de um País que não quer mudar. As velhas leis da velhíssima esquerda de lá continuam com apoio de jovens, estudantes, trabalhadores, sindicalistas, os de sempre. A França vai andar para trás se continuar assim. Macron tem apoio parlamentar, que se lixe a popularidade. Ou a França faz mudanças agora, com Macron com maioria, enfrentando as batalhas da rua ou ficará cada vez mais retrógrada e perdendo espaço na Europa para Alemanha e mesmo Reino Unido. O iluminismo francês foi uma praga. Perde feio em sensatez para o iluminismo escocês, com Hume, por exemplo. A França é uma tragédia entre os países ricos.

    3. Macron está apenas no início de um mandato de 5 anos.
      Preocupar-se com popularidade a esta altura é tão ridículo, que tenho certeza que isso não está afetando seu sono.
      Os frutos a serem colhidos com uma dura reforma trabalhista, que iriam aparecer em 1 ou 2 anos seriam extraordinários.
      Trump também passa por um momento impopular nos EUA, principalmente devido à “Fake News media”, mas suas ótimas decisões políticas até aqui (Neil Gorsuch para a Suprema Corte, extinção de centenas de inúteis regulações destruidora de empregos do Obama, política externa dura com Estados terroristas, etc…) estão construindo uma boa fundação de credibilidade que será reconhecida no futuro.
      Vejo Macron no mesmo caminho

      1. Trump está sendo obrigado a voltar a sanidade pelo próprio partido. Já teve que demitir todos os assessores mais loucos e eventualmente vai ter que parar de falar besteira pelo twitter. Se eu fosse ele eu focava nos investimentos em infraestrutura, que ele entende e que está caindo aos pedaços. Além de ser bem pouco controverso.

    4. O problema sobre as reformas é dizer que pretende fazer a reforma X (previdência, trabalhista etc) durante as eleições… Ganhou a eleição agora mandar ver… Não pode fazer igual a Dilmanta que durante a eleição mostra um quadro maravilhoso e depois … quero fazer isso e aquilo e a situação do cenário externo mudou…

    5. AHHHH É??!!! VOCÊS SÃO UNS CRETINOS MESMO…
      EXPLODAM… VAMOS ESPERAR O NOVO PRESIDENTE TAMBÉM…
      NÉÉ??? E VER O QUE ELE FARÁ…
      O MACRON TEM MAIORIA MAS AQUI O NOVO TERÁ???
      EXPLODAM-SE…ANTAS!!!!

    6. O caso deles deve ser pior que o do Brasil antes da reforma. Burocracia astronômica. Mercado totalmente engessado. Benefícios absurdos. Tomara que eles também consigam passar uma reforma. Dá uma ligadinha pro Temer, Macron.

    7. AHHHH…VOCÊS ACHAM ISSO??? MAS ….GRANDE NOVIDADE!!!
      QUANDO EU DIGO QUE É PRA DEIXAR O TEMER FAZER AS
      REFORMAS VOCÊS SÓ QUEREM É DETONAR…
      ACHAM QUE UM PRESIDENTE NOVINHO EM FOLHA,
      EM 2019 VAI AGUENTAR O TRANCO? VÃO PRO INFERNO!

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