Ah, que delícia de islamofobia…

Os jornais brasileiros continuam martelando que os muçulmanos são marginalizados na França e na Europa. Para tentar fundamentar essa visão distorcida, recolhem depoimentos nas periferias de Paris, em que os personagens ouvidos a esmo “se sentem assim ou assado”, quando perguntados sobre a sua vida na França. Impressionismo puro. Critica-se até o fato de a maioria dos professores franceses serem…franceses! Esquerdinhas da OCDE criticam o fato de os estudantes, não importam a etnia e religião, receberem tratamento… igual!

Fala-se que 40% dos jovens muçulmanos estão desempregados, como essa cifra não fosse semelhante também entre os jovens católicos (deem uma olhada nas estatísticas do Eurostat, jornalistas).

Na realidade sem ideologia, o fato é que a França não diferencia muçulmanos e católicos. Qualquer família tem os mesmos direitos perante o Estado. Auxílio-moradia, seguro-desemprego, escola gratuita, saúde gratuita e transporte subvencionado. Qualquer pobre brasileiro adoraria ser tratado como muçulmano na França.

Mas tudo é muito melhor para os cristãos nos países muçulmanos. Eles, inclusive, não são mortos por serem apenas cristãos. Em matéria de civilidade e tolerância, os muçulmanos têm muito a ensinar aos europeus.

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