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Após conquista do Talibã, China propõe relações cooperativas com Afeganistão

Um dia após o grupo terrorista tomar Cabul e invadir o palácio presidencial, o país asiático disse que "respeita os desejos e as escolhas do povo afegão"
Após conquista do Talibã, China propõe relações cooperativas com Afeganistão
Foto: Reprodução

A porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Hua Chunying, afirmou hoje que seu paísrespeita os desejos e as escolhas do povo afegão” e ofereceu colaborar com o novo governo, diz a Crusoé.

“Um dia antes, no domingo, 15, o grupo terrorista Talibã tomou a capital Cabul e invadiu o palácio presidencial, sem enfrentar resistência das forças do governo afegão. […] A China tem a tradição de se aliar com qualquer grupo que esteja no poder, desde que seus interesses sejam preservados. Mas há duas boas razões para que os chineses se aproximem de um futuro governo do Talibã. A primeira é que ditadura comunista investiu em projetos de infraestrutura da Nova Rota da Seda no Afeganistão. Além disso, a China não quer que o Afeganistão se torne um refúgio para os uigures muçulmanos, que são perseguidos dentro da ditadura.”

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