Argentina: a cena da morte de Nisman “parece montada”

De acordo com o jornal Clarín, fontes do Judiciário argentino disseram que a cena da morte do procurador Alberto Nisman, que denunciou a presidente Cristina Kirchner, o chanceler Héctor Timerman e outras autoridades por encobrir os cinco iranianos autores do atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina, em 1994, “parece montada sob medida para parecer um suicídio”.
O Clarín também noticia que Nisman aceitou a oferta de um colega para guardar, num cofre de tribunal, 330 CDS contendo, além de documentos, gravações de telefonemas entre integrantes do governo Kirchner e o líder da comunidade iraniana na Argentina, Jorge Khalil.
Nisman pode ter sido “suicidado”, mas as provas de que dispunha não desapareceram.

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