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Banco Mundial confirma eleição de Weintraub, sem informar votação

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O Banco Mundial confirmou na noite desta quinta-feira que Abraham Weintraub foi eleito pelo grupo de países que inclui o Brasil para o cargo de diretor-executivo no Conselho.

Weintraub deve assumir seu cargo na primeira semana de agosto, e cumprirá o atual mandato, que termina em 31 de outubro de 2020, quando a posição será novamente aberta para eleição.

No comunicado, que já veio com a data de sexta (31), o Banco destaca que “Diretores Executivos não são funcionários do Banco Mundial. Eles são nomeados ou eleitos pelos representantes dos nossos acionistas”.

O comunicado informa que “os registros de voto não são tornados públicos”.

A cadeira 15, na qual Weintraub vai empreender a luta contra o globalismo,  representa Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Haiti, Panamá, Filipinas, Suriname e Trinidad e Tobago. O Conselho Executivo do Banco tem 25 cadeiras.

O Brasil tem poder de voto suficiente na cadeira 15 para eleger Weintraub sozinho. Em tese, ele poderia ser eleito mesmo com a oposição dos outros oito sócios.

O desempenho de Weintraub na reforma do Ensino Médio recebeu nota baixa do Banco Mundial. Duas vezes.

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