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Biden, Xi Jinping e o 'toque pessoal' sem eficácia

Os dois se reuniram na noite de ontem virtualmente; houve divergências, por exemplo, em relação à origem do novo coronavírus
Biden, Xi Jinping e o toque pessoal sem eficácia
Reprodução

Como anunciado, Joe Biden (foto) e Xi Jinping se reuniram virtualmente na noite de ontem — foi o terceiro encontro com o chinês desde a posse do presidente americano.

Na conversa de três horas e meia, segundo relatos das agências internacionais, os chefes de Estado falaram do “dever de evitar conflitos mundiais”.

“Parece-me nossa responsabilidade como líderes da China e dos Estados Unidos garantir que a competição entre nossos países não entre em conflito, seja intencional ou involuntariamente”, afirmou Biden.

“Estou feliz por rever um velho amigo. A humanidade vive em uma aldeia global, e encaramos muitos desafios juntos. China e Estados Unidos precisam aumentar sua cooperação e integração”, afirmou Xi Jinping .

Para surpresa de ninguém, houve discordâncias sobre a origem do novo coronavírus, as regras de comércio e concorrência, a expansão do arsenal nuclear de Pequim e a pressão sobre Taiwan.

Matthew Goodman, que trabalhou na Casa Branca nos governos de Barack Obama e George W. Bush, disse:

“Quando se trata de relações Estados Unidos-China, as diferenças são tão grandes e as linhas tendenciais, tão problemáticas, que o toque pessoal não consegue muita coisa.”

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