Chavismo pagou US$ 40 bilhões para receber 220 mil cubanos na Venezuela, diz chanceler de Guaidó

O governo da Venezuela já gastou US$ 40 bilhões para receber 220 000 cidadãos cubanos ao longo de 21 anos de chavismo.

A denúncia é de Julio Borges, o chanceler do governo interino de Juan Guaidó, e foi publicada no Clarín nesta terça-feira (1º).

Hugo Chávez, que morreu em 2013, chegou a declarar que Venezuela e Cuba passariam a ser “uma só nação”.

A Assembleia Nacional, presidida por Guaidó, investiga em várias frentes a política externa do governo chavista.

“São mais de 220 000 cubanos que passaram no país em 20 anos, é uma invasão, que sequestrou a liberdade da Venuzuela”, afirmou Julio Borges.

Ele destacou que Chávez assinou um acordo com o regime de Fidel, no ano 2000, em que se comprometeu a exportar 40 000 barris de petróleo por dia, quase de graça, apenas para consumo interno dos cubanos. Depois o volume chegou a 90 000 barris por dia e Cuba passou a revender a metade, violando as condições do acordo original.

Em troca, os irmãos Castro enviavam grandes contingentes de cubanos “cooperados”, como médicos, técnicos, militares, atletas, espiões e assessores em tortura e repressão policial.

Segundo o jornal, é comum ver bandeiras cubanas em quartéis da Força Bolivariana.

Leia mais: Descubra o plano secreto (e baixo) de Cuba para eleger o PT.
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