Chile 1988

Chile 1988
Foto: Reprodução

Duda Teixeira, na Crusoé, sobre o plebiscito que aprovou uma nova Constituição a ser feita para o Chile:

“A principal razão para a convocação do plebiscito foram os protestos que ocorreram nos últimos doze meses. Defensores da ideia dizem que a Constituição precisa ser alterada porque é da época da ditadura de Augusto Pinochet, que governou o país entre 1973 e 1990. Entre os que querem reescrever o texto, vários prometem mais direitos sociais. A população aprova. Uma pesquisa do instituto Cadem divulgada em agosto revelou que 93% dos chilenos querem que o direito à saúde e à educação estejam assegurados pela Constituição.

Alguns setores da sociedade chilena, principalmente integrantes da direita, têm alertado para o risco do que chamam de ‘populismo constitucional’. Para começar, eles alegam que a Constituição já recebeu 257 alterações desde 1989. A parte que seria fruto do período governado por Pinochet hoje é menos de um terço do total.

(…) Os defensores da reforma insistem que um novo texto poderia ampliar direitos. Mas foi com base nessa Constituição que a renda per capita do Chile quadruplicou para 23 mil dólares, e se tornou a maior da América Latina, e a pobreza extrema caiu de 34% para menos de 3%”.

Resumindo: os chilenos querem uma “Constituição Cidadã” para chamar de sua. Chile 1988.

Leia AQUI a reportagem completa publicada no sábado (24) na Crusoé.

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