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Cubano faz greve de fome na ONU e acusa ditadura de "tortura médica"

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O ambientalista e produtor rural cubano Ariel Ruiz Urquiola começou, na última segunda-feira, uma greve de fome em frente à sede do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra.

Em uma carta para a alta comissária para os Direitos Humanos, a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, Ruiz pede para ser recebido em plenário para dar seu depoimento. Ele diz que, enquanto esteve preso em Cuba, em 2003, foi infectado, propositalmente, com o vírus HIV. Também diz que sua irmã, que teve um câncer na mama, sofreu “tortura médica” em 2005.

“Contra mim, eles cometeram múltiplos crimes. Mas estou me focando na contaminação por via endovenosa com uma cepa mortal e altamente mutante do HIV. Em relação à minha irmã, eles usaram os tratamentos oncológicos como método de tortura para provocar uma reversão dos avanços que ela tinha obtido com a sua doença. Deixaram de ministrar os medicamentos, sem avisar a ela previamente, e até usaram placebo”, disse Ruiz à Crusoé.

Leia a entrevista aqui.

Leia mais: Descubra o plano secreto (e baixo) de Cuba para eleger o PT.

Comentários

  • IVAN -

    Direitos humanos da ONU? Nunca vão ver qualquer atrocidade feita por regimes de esquerda. Toda atrocidade feita pela esquerda é justificavel pelo sru fim. NOJENTOS

  • Cirval -

    No Brasil os médicos estão usando o placebo cloroquina por ordem do presidente aloprado e poucos reclamam. E, pior, com efeitos colaterais graves. Há mortes silenciosas por causa da cloroquina.

  • Marcos -

    Nossa! Socialismo terrível! Foi essa ditadura que o PT ajudou com nosso dinheiro. Falando nisso, e os 2,5 bilhões que demos para o Porto de Mariel concorrer com o do Pará? Continuam sem pagar?

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