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Dependência do exterior e ameaças internas adiam governo definitivo do Talibã

Há membros mais radicais que defendem um governo ideológico e centrado na religião e outros que são pragmáticos no grupo terrorista
Dependência do exterior e ameaças internas adiam governo definitivo do Talibã
Foto: Reprodução

Por semanas, desde que tomou o poder em Cabul, no dia 15 de agosto, o grupo terrorista Talibã vazou os nomes dos possíveis integrantes do seu futuro governo no Afeganistão, diz a Crusoé.

“O clérigo Haibatullah Akhundzada seria o líder supremo. O mulá Abdul Ghani Baradar seria o primeiro-ministro. Contudo, quando o porta-voz Zabihullah Mujahid anunciou o novo governo nesta terça, 7, descobriu-se que o Talibã terá por ora apenas um governo interino.

“‘O Talibã achou melhor ter cautela porque há divergências internas e porque o Afeganistão é muito dependente do exterior‘, diz Kamran Bokhari, diretor do Instituto Newlines para Estratégia e Política e pesquisador da Universidade de Ottawa, no Canadá. Dentro do Talibã, há membros mais radicais que defendem um governo ideológico e centrado na religião. Mas há outros mais pragmáticos.”

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