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Divisão religiosa do poder no Líbano favorece a corrupção

Especialistas ouvidos pela Crusoé afirmam que a divisão do poder por grupos religiosos no Líbano favorece a corrupção –citada como causa da explosão em Beirute pelo premiê Hassan Diab em seu discurso de renúncia ao cargo, hoje.

No país, o presidente deve ser sempre um cristão maronita, e o primeiro-ministro, um muçulmano sunita. Para Mario Schettino Valente, do Ibmec, esse sistema reduz a competição pelos cargos e favorece o clientelismo.

LEIA AQUI a reportagem de Duda Teixeira.

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