ACESSE

Divisão religiosa do poder no Líbano favorece a corrupção

Telegram

Especialistas ouvidos pela Crusoé afirmam que a divisão do poder por grupos religiosos no Líbano favorece a corrupção –citada como causa da explosão em Beirute pelo premiê Hassan Diab em seu discurso de renúncia ao cargo, hoje.

No país, o presidente deve ser sempre um cristão maronita, e o primeiro-ministro, um muçulmano sunita. Para Mario Schettino Valente, do Ibmec, esse sistema reduz a competição pelos cargos e favorece o clientelismo.

LEIA AQUI a reportagem de Duda Teixeira.

Leia mais: Exclusivo: O 'blog' do Aras

Comentários

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem. Em respeito a todos os leitores, não são publicados comentários que contenham palavras ou conteúdos ofensivos. Tempo de publicação: 4 minutos
Ler 10 comentários