Farc reconhecem que cometeram crimes contra a humanidade

Farc reconhecem que cometeram crimes contra a humanidade
Reprodução/redes sociais

Pela primeira vez na História, líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia reconheceram ao Tribunal de Jurisdição Especial para a Paz que cometeram sequestros sistemáticos contra o governo.

O grupo admitiu que cometeu crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Até então, o grupo de guerrilha usava o termo “política de retenção” para se referir aos episódios.

As Farc estão em um processo de pacificação com as autoridades colombianas.

[As Farc] assumem claramente a responsabilidade pelos sequestros ocorridos e reconhecem explicitamente o sofrimento infligido injustificadamente às vítimas, suas famílias, amigos e, claro, toda a sociedade colombiana”, disse Carlos Antonio Lozada, ex-líder das Farc.

Cerca de 13 mil membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) se desmobilizaram após um acordo de paz assinado em 2016 com o governo colombiano.

De acordo com o tribunal Especial para a Paz, entre 1990 e 2015, 21.396 pessoas foram sequestradas ou feitas reféns pelas Farc.

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