Fascismo nas escolas catalãs

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Depois do inglês, o espanhol (mais precisamente, o castelhano) é a língua ocidental mais falada do mundo — além de contar com uma tradição literária riquíssima, da qual “Dom Quixote” é a pedra mais brilhante.

Mas, na quixotesca Catalunha independentista, muitas escolas resistem a ensinar o espanhol, em paralelo ao catalão.

O ditador Francisco Franco quis abolir o catalão; a turma de Carles Puigdemont quer abolir o espanhol.

O nome disso em qualquer língua é fascismo.

Comentários

  • joao -

    "Não é fácil mostrar uma língua em pouco espaço, mas aqui fica o artigo primeiro da Declaração Universal dos Direitos Humanos nas duas línguas: Castelhano: «Todos los seres humanos nacen libres e iguales en dignidad y derechos y, dotados como están de razón y conciencia, deben comportarse fraternalmente los unos con los otros.» Catalão: «Tots els éssers humans neixen lliures i iguals en dignitat i en drets. Són dotats de raó i de consciència, i han de comportar-se fraternalment els uns amb els altres.» E uma frase que mostra algumas diferenças óbvias: Castelhano: «Quiero hablar con mi primo.» Catalão: «Vull parlar amb el meu cosí.»"

  • Tony -

    Então sou fascista, quero abolir o politiquês no braziu.

  • Daniel -

    Mas aí entra aquela velha história, como lá ele é apoiado pela esquerda catalã e pelo PODEMOS, uma espécie de PSOL espanhol, com as mesmas ideias delirantes, hipócritas e inconsequentes, é capaz de vender que os espanhóis são fascistas. Aliás, neste sentido é interessante como parte da mídia brasileira, infestada de esquerdistas, noticia a situação catalã de forma totalmente favorável à Catalunha e contra a Constituição da Espanha.

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