Gravações coletadas pelo “ex-suicidado” Nisman são divulgadas na Argentina

Uma rádio de Buenos Aires divulgou hoje gravações que integram a denúncia do promotor Alberto Nisman, “ex-suicidado” que acusou a presidente Cristina Kirchner e outras autoridades de encobrir os terroristas iranianos responsáveis pelo atentado sangrento contra um centro judaico, em 1994. 
Numa delas, de novembro de 2012, Luis D’Elía, um dos chefões do Movimiento Piqueteiro, a tropa de choque paramilitar de Cristina Kirchner, aconselha Alejandro “Yusuf” Khalil, elo entre o governo argentino e o Irã na operação de encobrimento do atentado, a não participar de uma passeata em favor de Palestina. Khalil diz a D’Elía que era uma pena que ele não estivesse em Buenos Aires, porque gostaria de lhe apresentar um iraniano que estava de partida para a Venezuela.
Enquanto as provas de Nisman vazam, o partido de Cristina Kirchner, o Justicialista, previsivelmente ataca jornalistas e a Justiça. Tudo seria uma armação gigantesca para apear do poder Cristina Kirchner, “uma campeã na luta  pela igualdade”. É a versão “coração valente” dos petistas do lado de lá da fronteira.

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