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Grupo de cientistas da OMS cogita necessidade de novas vacinas para combater Ômicron

"É improvável que a Ômicron seja a última variante de preocupação"
Grupo de cientistas da OMS cogita necessidade de novas vacinas para combater Ômicron
Foto: lovini/Pixabay

Um grupo de pesquisadores a serviço da OMS cogitou nesta terça-feira (11) a necessidade do desenvolvimento de novas vacinas para enfrentar a Ômicron e futuras variantes.

O pronunciamento está no site da OMS.

“Embora a variante Ômicron esteja se espalhando rapidamente pelo mundo, espera-se que a evolução do SARS-CoV-2 continue e é improvável que a Ômicron seja a última variante de preocupação”, escreveram os cientistas.

“Para a variante Ômicron, o perfil mutacional e os dados preliminares indicam que a eficácia da vacina será reduzida contra a doença sintomática (…), mas é mais provável que a proteção contra a doença grave seja preservada.”

No desenvolvimento das novas vacinas, dizem os cientistas, uma das prioridades deve ser aumentar a proteção contra infecção e transmissão (e não apenas contra sintomas da doença).

Entre as possibilidades futuras, estão uma vacina multivalente, com antígenos de variantes diferentes; e uma “pan” vacina, que seria “à prova de variantes”.

Como a OMS já fez muitas vezes, o grupo disse apoiar o fornecimento urgente de vacinas para os países mais pobres. Enquanto alguns países aplicam doses de reforço, em muitos outros grande parte da população não completou o esquema primário.

Os cientistas pedem no texto que os fabricantes forneçam dados sobre o desempenho das atuais vacinas contra a Ômicron.

Leia mais:

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