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IML da Nicarágua não detalha tipo de bala que matou brasileira

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O Instituto de Medicina Legal de Manágua não detalhou que tipo de bala foi usado para matar a estudante brasileira Raynéia Gabrielle Lima, informa Uriel Velásquez, repórter do jornal nicaraguense El Nuevo Diario.

“Ficou determinado que a causa da morte foi um ferimento por projétil de arma de fogo no tórax e abdome”, relatou o boletim do IML sobre a morte.

Segundo Velásquez, fontes médicas do hospital militar onde Raynéia foi atendida dizem que foi munição de alto calibre, do tipo usado por grupos paramilitares.

Os grupos paramilitares, não custa relembrar, defendem o regime repressivo de Daniel Ortega, que já matou pelo menos 360 pessoas em protestos –e a quem, recentemente, o PT reiterou seu apoio.

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