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Israel reabre turismo e aposta em diplomacia da vacina, mas não para o Brasil

Israel reabre turismo e aposta em diplomacia da vacina, mas não para o Brasil
Foto: Volker Glätsch/ Pixabay

Depois de Israel ter vacinado 60% de sua população contra a Covid, a vida praticamente voltou ao normal no país do Oriente Médio, com 50 novos infectados por dia e quase nenhuma morte, diz reportagem de Daniela Kresch na Folha.

O governo israelense faz agora dois grandes investimentos: a “diplomacia da vacina” e a reabertura do turismo. Nos dois casos, o Brasil de Jair Bolsonaro está de fora.

Desde terça-feira (4), Israel está enviando à Índia, onde os casos de Covid explodiram, carregamentos com milhares de geradores de oxigênio, respiradores, remédios e outros equipamentos médicos.

“A extensão da assistência de emergência é uma expressão da profunda amizade entre nossos países em tempos de necessidade da Índia”, disse a chanceler israelense, Gabi Ashkenazi.

Os vizinhos Argentina e Uruguai também estão recebendo apoio de hospitais israelenses. Questionada sobre o Brasil —que enviou a Israel uma delegação chefiada por Ernesto Araújo para negociar a realização de testes com um spray nasal—, a chancelaria disse que o país não pediu ajuda oficialmente.

No setor de turismo, Israel liberou viagens para habitantes de 14 países, desde que estejam com vacinação completa: Portugal, EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Malta, Islândia, Dinamarca, Irlanda, Nova Zelândia, Austrália, Singapura e Hong Kong.

O Brasil está na lista de sete países barrados em território israelense por causa da Covid, junto com Índia, México, África do Sul, Ucrânia, Etiópia e Turquia.

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