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Justiça rejeita pedido de Trump para barrar acesso a documentos sobre ataque ao Capitólio

Medida abre caminho para que comissão da Câmara dos EUA que investiga invasão tenha acesso a gravações telefônicas e registros de visitantes da Casa Branca
Justiça rejeita pedido de Trump para barrar acesso a documentos sobre ataque ao Capitólio
Reprodução/C-SPAN/YouTube

Uma juíza federal dos EUA rejeitou nesta terça-feira (9) pedido dos advogados de Donald Trump (foto) para barrar o acesso a informações da Casa Branca sobre os últimos dias de governo do republicano, informam as agências internacionais.

A medida abre caminho para que a comissão da Câmara dos EUA que investiga a invasão do Capitólio tenha acesso a gravações telefônicas e registros de visitantes da Presidência americana.

No mês passado, a defesa do ex-presidente entrou com ação para impedir que a comissão tivesse acesso às informações alegando “privilégio executivo”, ferramenta jurídica pela qual integrantes do primeiro escalão podem impedir a divulgação de documentos sensíveis.

Essa interpretação já havia sido rejeitada pela gestão do sucessor de Trump, Joe Biden, que deve liberar até sexta-feira algumas das informações requisitadas pelos deputados através dos Arquivos Nacionais, responsáveis pelos registros da Casa Branca.

Diante disso, nesta segunda (8), os advogados do ex-presidente entraram com um ação de urgência para suspender a liberação dos documentos até que uma sentença definitiva seja emitida. Ao rejeitar a manobra, a juíza Tanya Chutkan disse que o pedido era “prematuro”, já que o processo está em andamento.

O ataque ao prédio do Congresso por parte de apoiadores de Trump que queriam evitar a confirmação da vitória eleitoral de Joe Biden, em 6 de janeiro, terminou com cinco mortos.

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