Macron defende o direito à zombaria

Macron defende o direito à zombaria

Em uma cerimônia de naturalização nesta sexta-feira (4), Emmanuel Macron afirmou que o direito de zombar e caricaturar até mesmo a religião é uma parte essencial de ser francês.

A declaração tem endereço certo: ela foi feita dias depois do início de um julgamento de acusados de cumplicidade no atentado à revista satírica Charlie Hebdo, no início de 2015. Cometido por dois terroristas islâmicos ligados à Al Qaeda, o ataque deixou 12 mortos.

No Panteão, um mausoléu para os heróis da França, Macron entregou a cinco novos cidadãos seus documentos franceses, em uma solenidade para marcar o 150º aniversário da chamada Terceira República.

“No início do julgamento dos atentados de janeiro de 2015, digo que ser francês é defender o direito de rir, zombar, ridicularizar e caricaturar, que segundo Voltaire é a fonte de todos os outros direitos”, declarou o presidente.

O outro nome disso é civilização.

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