Mais confrontos no Equador

No primeiro dia da greve geral convocada por lideranças indígenas contra o presidente do Equador, Lenín Moreno, houve uma escalada da violência nos confrontos entre policiais e manifestantes.

Os maiores confrontos são registrados em Quito, onde o comércio fechou as portas e as ruas ficaram abandonadas nesta quarta-feira — ocupadas apenas por quem participava dos protestos e, claro, pelas forças de segurança.

Policiais atiraram bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes que marchavam em direção ao palácio presidencial.

Em sete dias de confronto, mais de 700 pessoas foram presas e dezenas de policiais ficaram feridos.

Mais cedo, como noticiamos, o chanceler Ernesto Araújo reiterou o apoio do Brasil ao governo de Lenín Moreno no Equador.

Comentários

  • Pedro -

    O Micto já ordenou que o exercito envie tropas para fronteira do Brasil com o Equador

  • Xavier -

    Aqui por causa do Congresso é STF mais cedo ou mais tarde vai acontecer o mesmo! Vai ter ratos correndo para todo lado, até para Portugal!!

  • Djalma -

    Setenta por cento da população do Equador é indigena ou de origem indigena. Os espanhóis não fizeram um bom trabalho lá.

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