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O cálculo político de Netanyahu

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu anexar áreas do Vale do Jordão a partir do dia 1º de julho. O anúncio gerou críticas em vários países árabes e europeus, e há temores de que a medida provoque protestos na Cisjordânia, governada pela Autoridade Palestina.

Netanyahu, contudo, move-se, principalmente, por cálculos políticos internos.

“Netanyahu precisa manter sua liderança na direita, mas também não quer desafiar o status quo. Até agora, sua política com os palestinos tem sido moderada: ele não quer iniciar operações militares nem avançar nas negociações de paz”, diz à Crusoé a cientista política Liron Lavi, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

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