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"O Movimento enxerga Bolsonaro como um líder populista chave", disse sócio de Bannon à Crusoé

“O Movimento enxerga Bolsonaro como um líder populista chave”, disse sócio de Bannon à Crusoé
Foto: Reprodução/redes sociais

Em sua edição 54, sob o título A Internacional Olavista, Duda Teixeira explicou na  Crusoé como o bolsolavismo se integrou ao movimento global da direita populista de Steve Bannon, preso hoje por fraude nos Estados Unidos.

“Em janeiro de 2017, mês em que Trump tomou posse em Washington, Bannon e o advogado Michael Modrikamen, fundador do Parti Populaire (Partido Popular) na Bélgica, registraram em Bruxelas a organização The Movement (O Movimento). O objetivo da dupla era apoiar grupos populistas e nacionalistas na Europa e no resto do planeta.”

Segundo o próprio Modrikamen, “durante a campanha de Jair Bolsonaro, Steve Bannon deu conselhos para a equipe do brasileiro, da mesma forma como ele fez durante a campanha de Donald Trump”.

“O Movimento enxerga Bolsonaro como um líder populista chave e sua eleição como parte da insurreição populista que vimos no Brexit e na eleição de Trump”, disse o advogado à revista.

Em janeiro, após a posse de Bolsonaro, Bannon visitou a casa de Olavo de Carvalho no estado americano da Virgínia. Os dois vivem a duas horas de distância. conversaram sobre a situação no Brasil e ao que consideram ameaças ao Ocidente.

No mês seguinte, Bannon nomeou o deputado Eduardo Bolsonaro para ser líder do Movimento na América do Sul. Na viagem de Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, em março, o primeiro evento da agenda foi um jantar na residência oficial do então embaixador brasileiro em Washington, Sergio Amaral.

Olavo de Carvalho e Steve Bannon estavam entre os convidados à mesa. “Olavo é um dos maiores intelectuais conservadores do mundo. O que ele prega é o que eu chamo de evangelho da verdade”, disse Bannon.

Para cumprir a missão que se atribuiu, o Movimento tem como proposta funcionam como um clube, abrigando sob o mesmo guarda-chuva líderes populistas para discutir e trabalhar juntos.

“Os de esquema e os localistas já têm as suas plataformas: o Fórum de Davos, o Clube de Bildeberg, George Soros e sua Open Society Foundation e, em alguma medida, a União Europeia e as Nações Unidas”, disse Modrikamen.

Mais do que promover reuniões, seus fundadores se propõem a prover estratégia de campanha, conexões e aconselhamento político para agremiações populistas nacionalistas dispostas a pagar pelos serviços.

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