O preço para conter o estrago da ditadura Maduro

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A equipe de Juan Guaidó, presidente autoproclamado da Venezuela, terá dois desafios emergenciais no caso de assumir o poder de fato no país: fazer chegar alimentos e remédios aos venezuelanos e estancar a hiperinflação de sete dígitos, registra o Valor.

Para isso, acordou uma ajuda de US$ 2 bilhões com países que reconhecem Guaidó como presidente interino – Brasil, Colômbia, EUA e parte da União Europeia já teriam concordado em deixar a quantia de prontidão para ajuda humanitária – e negocia outros US$ 2 bilhões com o FMI, a serem disponibilizados no primeiro dia de transição, para estabilização cambial.

Esses recursos do Fundo poderão ser utilizados nos primeiros 90 dias de transição, mas a equipe de transição calcula que serão necessários US$ 8 bilhões no primeiro ano somente em ajuda para a compra de alimentos e remédios.

A equipe negocia ainda com o FMI mais US$ 60 bilhões, que seriam desembolsados ao longo de cinco anos.

O PT não vai, mas deveria ser o primeiro a abrir os cofres em favor dos venezuelanos oprimidos pelos aliados do partido.

Comentários

  • Lucas -

    A esquerda é mais nojenta e asquerosa do que podemos imaginar. Maduro proibindo ajuda humanitária é o fim. Enquanto isso, ele come com chef de cozinha internacional. Esquerda sendo esquerda

  • Eduardo -

    "Autoproclamado" eis ai como sabemos que o "jornal" é de esquerda. O cargo de presidente estava vago. Guaidó assumiu de acordo com a legislacao do país. Antagonista, vocês sao fake news!

  • ISAIAS -

    Bloquear ajuda humanitária é crime contra a humanidade, cadê a ONU? Cadê o tribunal de Haia? O que será que o PT acha disso?

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